Pensamento de Confúcio

“O homem de bem exige tudo de si próprio. O homem medíocre espera tudo dos outros.”

Travessia

“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos. “

Fernando Pessoa

Os Dez Sinais de Saúde

As Nove Perguntas do Estar Saudável
Quando você fica doente, você pode fazer uma coisa para curar a si mesmo.
Você pode entrar em contacto consigo mesmo e determinar o seu estado atual. Eis, algumas perguntas a se fazer:

1 – O que eu estou sentindo?
2 – Como me sinto em relação ao estado como me encontro?
3 – Como eu era antes de eu ficar doente?
4 – O que essa doença significa?
5 – O que eu gostaria que essa doença significasse?
6 – Quais são os meus recursos para eu me sentir bem de novo?
7 – O que é ruim quando me sinto dessa maneira?
8 – Quais poderiam ser as vantagens de estar doente nesse momento?
9 – O que eu posso aprender com essa doença?

Os Dez Sinais de Saúde

1 – Maior percepção e valorização de si mesmo.
2 – Tendência para reservar um tempo diariamente, para relaxar e meditar.
3 – Capacidade constante de manter relacionamentos íntimos.
4 – Tendência a se adaptar as mudanças de condições.
5 – Desejo de atividade física.
6 – Ataques de risos agudos e crônicos.
7 – Compulsão a sentir prazer e a se divertir.
8 – Repetidos acessos de esperança e otimismo.
9 – Estado de interesse pelo corpo.
10- Rejeição constante da preocupação.

Vida Não Dói

Definitivo como tudo que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções não realizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado de nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows, livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco as por todos os momentos que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais!!! A cada que vivo mais me convenço de que o disperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.

Carlos Drumond de Andrade

A divindade dos homens

Robert B. Dilts e outros – No livro Neuro-Linguistic Programming Vol. I (Meta Publications). Tradução: Virgílio Vasconcelos Vilela

Houve um tempo em que todos os homens eram deuses. Mas eles abusaram tanto de sua divindade que Brahma, o mestre dos deuses, tomou a decisão de lhes retirar o poder divino. Resolveu então escondê-lo em um lugar onde seria absolutamente impossível reencontrá-lo. O grande problema era encontrar um esconderijo. Brahma convocou um conselho dos deuses menores, para juntos resolverem o problema.

- Enterremos a divindade do homem na terra, foi a primeira idéia dos deuses.

- Não, isso não basta, pois o homem vai cavar e encontrá-la.

Então os deuses retrucaram:- Joguemos a divindade no fundo dos oceanos.

Mas Brahma não aceitou a proposta, pois achou que o homem, um dia iria explorar as profundezas dos mares e a recuperaria. Então os deuses concluíram:

- Não sabemos onde escondê-la, pois não existe na terra ou no mar lugar que o homem não possa alcançar um dia.

Brahma então se pronunciou:

- Eis o que vamos fazer com a divindade do homem: vamos escondê-la nas profundezas dele mesmo, pois será o único lugar onde ele jamais pensará em procurá-la. Desde esse tempo, conclui a lenda, o homem deu a volta na terra, explorou escalou, mergulhou e cavou, em busca de algo que se encontra nele mesmo.

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