“O homem de bem exige tudo de si próprio. O homem medíocre espera tudo dos outros.”
As Nove Perguntas do Estar Saudável
Quando você fica doente, você pode fazer uma coisa para curar a si mesmo.
Você pode entrar em contacto consigo mesmo e determinar o seu estado atual. Eis, algumas perguntas a se fazer:
1 – O que eu estou sentindo?
2 – Como me sinto em relação ao estado como me encontro?
3 – Como eu era antes de eu ficar doente?
4 – O que essa doença significa?
5 – O que eu gostaria que essa doença significasse?
6 – Quais são os meus recursos para eu me sentir bem de novo?
7 – O que é ruim quando me sinto dessa maneira?
8 – Quais poderiam ser as vantagens de estar doente nesse momento?
9 – O que eu posso aprender com essa doença?
Os Dez Sinais de Saúde
1 – Maior percepção e valorização de si mesmo.
2 – Tendência para reservar um tempo diariamente, para relaxar e meditar.
3 – Capacidade constante de manter relacionamentos íntimos.
4 – Tendência a se adaptar as mudanças de condições.
5 – Desejo de atividade física.
6 – Ataques de risos agudos e crônicos.
7 – Compulsão a sentir prazer e a se divertir.
8 – Repetidos acessos de esperança e otimismo.
9 – Estado de interesse pelo corpo.
10- Rejeição constante da preocupação.
Definitivo como tudo que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções não realizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado de nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows, livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco as por todos os momentos que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais!!! A cada que vivo mais me convenço de que o disperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.
Carlos Drumond de Andrade