Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho, órgão das Nações Unidas, somente nos Estados unidos, o estresse ocasionado por atividades profissionais custa aproximadamente 200 bilhões de dólares anuais em faltas ao trabalho, baixa produtividade, aumento dos custos com seguro saúde e despesas médico-psicológicas. Na Inglaterra, estes valores sobem para 10% da produção econômica nacional. Portanto, a ONU considera o estresse, a principal doença dos ambientes modernos de trabalho.
As grandes empresas estão adotando como uma forma real e efetiva de diminuir ou evitar maiores prejuízos e aumentar a lucratividade, o investimento na qualidade de vida de seus colaboradores, através de medidas voltadas à melhoria da saúde física, mental, emocional e comportamental dos mesmos. Dentre as medidas adotadas está a prática do coaching.
O coaching trabalha pelo desenvolvimento do potencial humano, através de um tipo especial de parceria estabelecido entre o coach e o executivo ou colaborador da empresa. Através dessa parceria, gerencia e desenvolve capacidades e carreiras de executivos e funcionários, além de ajudá-los e também às suas equipes a alcançar metas e objetivos. O processo de coaching também é muito eficaz no acompanhamento na fixação de conhecimentos adquiridos em cursos ou workshops, propiciando uma aprendizagem contínua, provocando modificações cerebral, cognitiva, emocional e comportamental.
Com a implementação de um programa de coaching, a empresa ganha uma poderosa ferramenta de apoio à formação profissional permanente. Com isso, ela cresce em criatividade, inovação, motivação, competitividade, eficiência e lucratividade. Além disso, o comprometimento de executivos e funcionários com a excelência e resultados é potencializado, pois o coaching é um processo valioso para lidar com o stress e, consequentemente melhorar a qualidade de vida do trabalhador.